segunda-feira, 16 de setembro de 2013

É hora de buscar um genuíno avivamento


Existe uma batalha travada para os cristãos nesse tempo, aonde nunca vimos um mundo tão capitalista, pessoas buscando incontrolavelmente adquirir, ter, e ter a todo o custo. E isso não tem sido diferente dentro das igrejas. Devemos nos perguntar o que tem nos motivado a buscar a presença do Senhor? E o que buscamos Dele? Pois o lugar que Ele se encontra não há trevas, não há ânimo dobre, não há mentira, nem engano, é puro, é santo. É um lugar que nos leva a conhecer que a glória pertence a Ele, e quando tentamos carregar, caímos. Não foi assim que aconteceu com Lúcifer?

Deus tem ministrado em minha vida que é hora de viver o “novo”. Mas tenho entendido que esse novo não se trata das coisas materiais novas, não é o novo conforto, não são as novas fotos, e nem os novos "comerciais de margarina” onde tudo “parece perfeito” postados nas páginas do facebook, mas é o novo avivamento dentro de cada um de nós.


Ontem lendo o jornal O Batista Nacional, vi uma matéria do Pr. Robson Júnior, da igreja Batista de Vitória – Serra /ES, ele disse algo que é uma grande verdade, “O que temos visto são teóricos “Téo plasmáticos”; ou seja, transportadores de teorias divinas não praticadas, não experimentadas e não vividas.” Para resumir mais ainda, aquele velho ditado, “a teoria na prática é bem diferente”.


O devocional do O Maná do Senhor, completa e confirma essa hora oferecida na vida daqueles que se dizem "cristãos", e vivem uma aparência de vida exterior. Estão mortos por causa de seus delitos e pecados interiores, e apesar de um exterior limpo e pintado, seu interior está cheio de imundice. Vivem tão cheios de atividades, mas se esquecem da construção de uma maturidade no conhecimento de Cristo. O fervor da fé inicial passa rápido, a consagração de vida que antes era observada, passa a não ser mais percebida. São os que gostam de aparecer mais do que Cristo; João Batista já dizia: "convém que Ele cresça e que eu diminua". Nós não temos direito, nem poder e nem a capacidade de competir com Cristo. De que adianta uma igreja cheia de pessoas vazias? Cheia de pessoas que não estão lá pelo motivo correto: agradar a Cristo com sua adoração? Poucas pessoas se comprometem verdadeiramente com a missão e a vida que o Senhor nos deu. (Que não usemos isso, para dizer que é preferível ficar em casa do que ir a igreja, pois isso é uma desculpa bem esfarrapada. Precisamos ter comunhão, precisamos crescer, precisamos conviver com pessoas na fé, e com diferenças.) Porém, graças a Deus porque existem estes poucos teimosos da fé. Graças a Deus pelas ofertas das viúvas; pelos anônimos da fé; pelos poucos que oram; pelos poucos que nos abençoam; pelos poucos que ainda vestem roupas limpas. Pelos poucos que abrem mãos de suas "glórias".


Quando pararmos de vivermos um autoengano, reconhecendo a nossa culpa, havendo arrependimento e então nos humilharmos, tendo a convicção que o novo de Deus para nossas vidas deve começar em nosso interior e não no exterior, com certeza experimentaremos e de fato viveremos o genuíno avivamento que tanto ansiamos.

“Nada deve ser mais desprezado do que um fogo meramente pintado, a simulação da
seriedade. É melhor ter uma morte honesta, do que uma vida fingida”. C. H. Spurgeon.


Que nesse momento possamos pedir perdão ao Senhor por buscas e movimentos que não tem O agradado, e procuremos o verdadeiro avivamento.



Jackeline Matos

"Para publicar com voz de louvor, e compartilhar todas as Tuas maravilhas. Salmos 26:7 "